segunda-feira, 12 de abril de 2021

 

A paz  do  Senhor  Minhas  Irmãs

Chamo-me   Diac.  Dalva  Coutinho  e  faço parte da  Igreja  Presbiteriana   de  Candeias  .

Meu Pastor  :  Reverendo    Halley  Franco

Quero  Agradecer  a  Diac. Carmem Lucia , que  me  convidou a  participar  desse  grupo  criado pela  Missionária  Vanessa, a  quem também  agradeço a oportunidade.

Meu  trabalho  será  exibido no dia  16  de  abril  para  refletir sobre  os  Salmos  16, 17,  18.

Como introdução  quero comentar  sobre  os  salmos, O  que  são os  salmos? Para  que  serviam os  Salmos?   quem os  escreveu? e  quantos  são os  salmos?

O livro dos Salmos é um livro de orações e hinos da Bíblia. Ele contém cânticos de adoração que foram compostos por um longo período da história de Israel. Entre os anos de 1000 a 333 AC, e diversos autores os escreveram, eram usados pelo povo de Israel nas reuniões de adoração a Deus. A Palavra  salmo significa  Cânticos

Serviam  para  serem  cantados  nas  romarias, em Adoração  a  Deus   e  também para  reclamarem  quando algo não  ia  bem. Os   Salmos  foram  escritos  por  diversas  pessoas e  os  principais  foram  Davi,  Azafe  , Moisés. 

O  Salmo  16 diz o  seguinte:


Protege-me, ó Deus,
pois em ti me refugio.

2Ao Senhor declaro: "Tu és o meu Senhor;
não tenho bem nenhum além de ti".

3Quanto aos fiéis que há na terra,
eles é que são os notáveis
em quem está todo o meu prazer.

4Grande será o sofrimento
dos que correm atrás de outros deuses.
Não participarei dos seus sacrifícios de sangue,
e os meus lábios nem mencionarão
os seus nomes.

5Senhor, tu és a minha porção e o meu cálice;
és tu que garantes o meu futuro.

6As divisas caíram para mim
em lugares agradáveis:
Tenho uma bela herança!

7Bendirei o Senhor, que me aconselha;
na escura noite o meu coração me ensina!

8Sempre tenho o Senhor diante de mim.
Com ele à minha direita, não serei abalado.

9Por isso o meu coração se alegra
e no íntimo exulto;
mesmo o meu corpo repousará tranquilo,

10porque tu não me abandonarás no sepulcro,
nem permitirás que o teu santo
sofra decomposição.

11Tu me farás conhecer a vereda da vida,
a alegria plena da tua presença,
eterno prazer à tua direita.

Salmo  17

Ouve, Senhor, a minha justa queixa;
atenta para o meu clamor.
Dá ouvidos à minha oração,
que não vem de lábios falsos.

2Venha de ti a sentença em meu favor;
vejam os teus olhos onde está a justiça!

3Provas o meu coração e de noite me examinas;
tu me sondas e nada encontras;
decidi que a minha boca não pecará

4como fazem os homens.
Pela palavra dos teus lábios
eu evitei os caminhos do violento.

5Meus passos seguem firmes nas tuas veredas;
os meus pés não escorregaram.

6Eu clamo a ti, ó Deus, pois tu me respondes;
inclina para mim os teus ouvidos
e ouve a minha oração.

7Mostra a maravilha do teu amor,
tu, que com a tua mão direita salvas
os que em ti buscam proteção
contra aqueles que os ameaçam.

8Protege-me como à menina dos teus olhos;
esconde-me à sombra das tuas asas,

9dos ímpios que me atacam com violência,
dos inimigos mortais que me cercam.

10Eles fecham o coração insensível
e com a boca falam com arrogância.

11Eles me seguem os passos e já me cercam;
seus olhos estão atentos,
prontos para derrubar-me.

12São como um leão ávido pela presa,
como um leão forte agachado na emboscada.

13Levanta-te, Senhor!
Confronta-os! Derruba-os!
Com a tua espada livra-me dos ímpios.

14Com a tua mão, Senhor,
livra-me de homens assim,
de homens deste mundo,
cuja recompensa está nesta vida.
Enche-lhes o ventre de tudo
o que lhes reservaste;
sejam os seus filhos saciados,
e o que sobrar fique para os seus pequeninos.

15Quanto a mim, feita a justiça, verei a tua face;
quando despertar, ficarei satisfeito
ao ver a tua semelhança.

Salmo 18Ouve, Senhor, a minha justa queixa;

atenta para o meu clamor.
Dá ouvidos à minha oração,
que não vem de lábios falsos.

2Venha de ti a sentença em meu favor;
vejam os teus olhos onde está a justiça!

3Provas o meu coração e de noite me examinas;
tu me sondas e nada encontras;
decidi que a minha boca não pecará

4como fazem os homens.
Pela palavra dos teus lábios
eu evitei os caminhos do violento.

5Meus passos seguem firmes nas tuas veredas;
os meus pés não escorregaram.

6Eu clamo a ti, ó Deus, pois tu me respondes;
inclina para mim os teus ouvidos
e ouve a minha oração.

7Mostra a maravilha do teu amor,
tu, que com a tua mão direita salvas
os que em ti buscam proteção
contra aqueles que os ameaçam.

8Protege-me como à menina dos teus olhos;
esconde-me à sombra das tuas asas,

9dos ímpios que me atacam com violência,
dos inimigos mortais que me cercam.

10Eles fecham o coração insensível
e com a boca falam com arrogância.

11Eles me seguem os passos e já me cercam;
seus olhos estão atentos,
prontos para derrubar-me.

12São como um leão ávido pela presa,
como um leão forte agachado na emboscada.

13Levanta-te, Senhor!
Confronta-os! Derruba-os!
Com a tua espada livra-me dos ímpios.

14Com a tua mão, Senhor,
livra-me de homens assim,
de homens deste mundo,
cuja recompensa está nesta vida.
Enche-lhes o ventre de tudo
o que lhes reservaste;
sejam os seus filhos saciados,
e o que sobrar fique para os seus pequeninos.

15Quanto a mim, feita a justiça, verei a tua face;
quando despertar, ficarei satisfeito
ao ver a tua semelhança.


Conclusão  oração


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